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The blue pill or the red pill?
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#1219
por jazzevedo
Durante anos acreditámos que os fenómenos virais nasciam naturalmente da internet. Uma música explodia porque era boa, um vídeo tornava-se popular porque as pessoas gostavam dele, e uma tendência aparecia porque milhões de utilizadores a partilhavam espontaneamente. Mas hoje a realidade é bastante diferente.
Existe actualmente uma indústria inteira dedicada a fabricar viralidade artificial nas redes sociais. Empresas especializadas são contratadas por músicos, bandas, editoras, marcas e influencers para manipular algoritmos e fazer parecer que determinado conteúdo está a tornar-se viral de forma orgânica.
O processo é simples mas extremamente eficaz. Essas empresas pegam numa entrevista, videoclip, podcast ou música e transformam-no em dezenas — ou até centenas — de pequenos clips preparados especificamente para TikTok, Instagram Reels, YouTube Shorts e X. Depois espalham esses vídeos através de múltiplas contas falsas criadas de propósito, muitas delas aparentemente normais.
Quando os algoritmos detectam vários conteúdos semelhantes a gerar actividade ao mesmo tempo, começam automaticamente a promovê-los para milhões de pessoas reais. O utilizador comum acredita que descobriu algo popular “por acaso”, quando na verdade está a assistir a uma campanha cuidadosamente construída.
O artigo dá como exemplo a banda de rock Geese, cuja presença online foi amplamente impulsionada através deste tipo de estratégia. Pequenos clips da banda começaram a aparecer constantemente nos feeds, criando a sensação de que estavam subitamente “em todo o lado”. Esse efeito não aconteceu apenas por acaso — fazia parte de uma máquina de promoção moderna baseada em algoritmos e manipulação de atenção.
O mais impressionante é que estas campanhas já não são algo marginal. Tornaram-se parte normal da indústria musical e do marketing digital. Muitas bandas e artistas conhecidos recorrem hoje a empresas especializadas em “clipping” e engenharia de viralidade para aumentar alcance, criar buzz e influenciar conversas online.
O que parece popular pode simplesmente ter sido impulsionado artificialmente. O que parece uma tendência espontânea pode afinal ser publicidade disfarçada.
Ler o artigo completo: www.msn.com/en-us/music/news/the-feed-is-fake/ar-AA23gAsO
Existe actualmente uma indústria inteira dedicada a fabricar viralidade artificial nas redes sociais. Empresas especializadas são contratadas por músicos, bandas, editoras, marcas e influencers para manipular algoritmos e fazer parecer que determinado conteúdo está a tornar-se viral de forma orgânica.
O processo é simples mas extremamente eficaz. Essas empresas pegam numa entrevista, videoclip, podcast ou música e transformam-no em dezenas — ou até centenas — de pequenos clips preparados especificamente para TikTok, Instagram Reels, YouTube Shorts e X. Depois espalham esses vídeos através de múltiplas contas falsas criadas de propósito, muitas delas aparentemente normais.
Quando os algoritmos detectam vários conteúdos semelhantes a gerar actividade ao mesmo tempo, começam automaticamente a promovê-los para milhões de pessoas reais. O utilizador comum acredita que descobriu algo popular “por acaso”, quando na verdade está a assistir a uma campanha cuidadosamente construída.
O artigo dá como exemplo a banda de rock Geese, cuja presença online foi amplamente impulsionada através deste tipo de estratégia. Pequenos clips da banda começaram a aparecer constantemente nos feeds, criando a sensação de que estavam subitamente “em todo o lado”. Esse efeito não aconteceu apenas por acaso — fazia parte de uma máquina de promoção moderna baseada em algoritmos e manipulação de atenção.
O mais impressionante é que estas campanhas já não são algo marginal. Tornaram-se parte normal da indústria musical e do marketing digital. Muitas bandas e artistas conhecidos recorrem hoje a empresas especializadas em “clipping” e engenharia de viralidade para aumentar alcance, criar buzz e influenciar conversas online.
O que parece popular pode simplesmente ter sido impulsionado artificialmente. O que parece uma tendência espontânea pode afinal ser publicidade disfarçada.
Ler o artigo completo: www.msn.com/en-us/music/news/the-feed-is-fake/ar-AA23gAsO
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