De repente, descobrimos que vivemos rodeados de Mozarts clandestinos. Gente que nunca distinguiu um dó de um dominó, mas que agora acorda às três da manhã com uma urgência criativa: "IA, faz aí uma sinfonia épica com batida lo-fi e vibes de galo cósmico".
No fundo, não somos todos génios musicais, mas há gente muito boa a dizer à máquina: "mete mais reverb nisso, chefe".